Pegue uma xícara, sirva-se e fique à vontade. Quinta-feira, 03 de abril de 2025

18 março 2010

Sérgio Gabriel - O longo adeus

Será celebrada uma missa de 7o. dia em nome de Sérgio Gabriel na Capela da Casa Pio São Vicente de Paulo, situada à Alameda Barros, 539, às 17hs deste sábado, dia 20 de março de 2010.


Postado por: Wacinom
Hora: do adeus
Data real: 18/03/2010

17 março 2010

Hamlet pós-moderno



Ser ou parecer?
Eis a questão.




Postado por: Ser em construção
Hora: aparente
Data real: 17/03/2010

15 março 2010

Antes tarde, do que mais tarde.

Mais um selinho, e com ele uma tarefa: a proposta é escalar 3 livros que tenham marcado minha trajetória e depois enviar para 5 blogs que me fazem viajar. Meus agradecimentos à Dani Neves do Cravo & Canela .


 Orgulho e Preconceito

"É uma verdade universalmente aceita que um homem solteiro, dotado de uma certa fortuna, precisa de uma esposa".
Pois bem, assim começa o romance Orgulho e Preconceito )1813) de Jane Austen (1775-1817), romancista inglesa que viveu na virada do século XVIII para o XIX. Austen foi a primeira mulher a se tornar uma romancista importante. Sua obra esboça um painel da sociedade rural da Inglaterra, concebida como um universo próprio e completo.... leia mais

A Revolução dos Bichos

Uma analogia histórica em que George Orwell expõe alegoricamente o regime de Stalin para, na verdade, criticar todo e qualquer sistema totalitário... leia mais





Grandes Esperanças

Se a missão do novelista é mostrar o coração, o espírito e o corpo dos seres humanos de maneira tão significativa que leve o leitor a participar das alegrias e tristezas íntimas dos indivíduos ali retratados, então Dickens foi um grande novelista... leia mais


Agora os blogs que me fazem viajar são ...


Postado por: Wacinom
Hora: viagem
Data real: 16/03/2010



Réquiem a Sérgio Gabriel


Por Neide A. Silva

“Naquela mesa tá faltando ele,
e a saudade dele tá doendo em mim”
(Compositor: René Bittencourt)

     Custo a acreditar na notícia que me foi dada por colegas no último sábado... Ao longo dos anos, acostumei-me carinhosamente a tê-lo por perto. Primeiramente, na antiga filial da Cultura Inglesa situada, então, na Avenida Paes de Barros, no bairro da Mooca, onde em 1986 iniciamos nossa carreira como professores de língua inglesa. Anos mais tarde, pude novamente trabalhar ao lado de Sérgio Gabriel no departamento acadêmico da Cultura Inglesa. Nosso derradeiro contato profissional foi na Uniban, campi Rudge e Marte, onde dividíamos turmas do terceiro ano do curso de Letras ministrando disciplinas distintas. Gostava de ver sobre a mesa da sala dos professores a Folha de S. Paulo do dia anterior, pois ela era a prova concreta de que o amigo por ali passara e, provavelmente, ainda estaria no recinto. Sabia que daria boas gargalhadas com suas observações sempre tão espirituosas, mordazes e satíricas: “A Neide? Boazinha? Experimenta por o dedo na boca dela para ver se não sai dilacerado...”

Gostava de ouvi-lo cantar mais uma faixa do “The Neide songbook”:


Neide, Neide, Neide....
Neide Laura, me leve pra casa / Neide Laura...
Once, twice, three times a Neide ....


Aprendi a admirar nele o impecável e magnífico profissional e seu imenso coração, sempre disposto a fazer pequenos favores – mas tão significativos – a quem quer que os solicitasse, independentemente de ser uma cópia de um filme qualquer ou uma lembrança trazida de suas viagens a Nova York ou Londres.
Infelizmente, disso tudo resta somente a dor excruciante em face da certeza de que nunca mais poderei vê-lo, beijá-lo ou abraçá-lo nessa dimensão. Tamanha é a dor diante dessa ausência que somente o poeta é capaz de expressá-la a contento:



Querido Sérgio, deixo aqui o meu até um dia em outra dimensão...

Neide, no triste dia 12 do mês de março do ano de 2010.

Postado por: Wacinom
Hora: saudosa
Data mais do que real: 15/03/2010



28 fevereiro 2010

Crônicas de Nárnia


C.S.Lewis - Clive Staples Lewis - Conhecido do Jack pelos amigos,nasceu em Belfast, Irlanda, em 1898.Lewis e seu amigo J.R.R.Tolkien, autor da trilogia O Senhor dos Anéis, faziam parte do “Inklings, um clube informal de escritores que se reuniam num pub local para discutir idéias para as histórias.A fascinação de Lewis por contos de fadas, mitos e lendas antigas, juntamente com a inspiração trazida da infância, levaram-no a escrever O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, um dos livros mais apreciados de todos os tempos.
Um livro no qual encontrará criaturas fantásticas e batalhas épicas entre o bem e mal e que escrito em 1949 com mais seis livros, ficou conhecido como as As Crônicas de Nárnia que nos últimos cinqüenta anos transcenderam o gênero da fantástica para se tornar parte do cânone da literatura clássica atraindo o leitor para o mundo um mundo no qual a magia encontra realidade.

As histórias clássicas de Lewis nos apresenta as aventuras de Pedro, Edmundo, Suzana e Lúcia, quatro irmãos que ao fugir dos bombardeios a Londres pelo exército alemão durante a segunda Guerra Mundial, são levados a um castelo. Entediados procuram inventar brincadeiras como forma de distração e em uma dessas brincadeiras são levados para o mundo de Nárnia, pois ao se esconder Lúcia descobre um guarda-roupa e com ele uma passagem para um mundo estranho e diferente, povoados por faunos, animais falantes, anões, centauros e gigantes.
Lá as crianças encontram uma terra tranqüila e encantadora, porém condenada por uma bruxa - Jadis - a viver num inverno sem fim.Guiadas pelo seu nobre e místico governante, o Deus-leão Aslan, as crianças lutarão para poder anular o poder da bruxa e libertar para sempre do feitiço de Jadis a fantástica terra de Nárnia.
A resenha não estaria completa se não mencionasse as ilustrações originais de PAuline Baynes que completam essa magnífica história.
“Enganosamente simples e diretas, As crônicas de Nárnia continuam cativando leitores com aventuras, personagens e fatos que falam as pessoas de todas as idades, mesmo cinqüenta anos após terem sido publicadas pela primeira vez” .



A dedicatória de C. S Lewis

Para Lucy Barfield

Minha querida Lucy,
“Comecei a escrever esta história para você, sem lembrar-me de que as meninas crescem mais depressa do que os livros. Resultado: agora você está muito grande para ler contos de fadas; quando o livro estiver pronto e encadernado, mais crescida estará. Mas um dia virá em que, muito mais velha voltará a ler contos de fadas.Irá Buscar este livro em alguma prateleira distante e sacudir-lhe o pó.Aí me dará sua opinião. É provável que, a essa altura eu já esteja surdo demais para poder ouvi-la, ou velho demais para compreender o que você disser (...)”


Postado por: Wacinom
Hora: do desafio
Data real: 28/02/2010

24 fevereiro 2010

O alienante trabalho


Dia mal pago.
Tempo roubado.
Isso é que é auto-conservação, ou será, apenas não saber  realmente o que fazer?



Postado por: aliem
Hora: além
Data real: amém

01 fevereiro 2010

Grandes Esperanças


 
Se a missão do novelista é mostrar o coração, o espírito e o corpo dos seres humanos de maneira tão significativa que leve o leitor a participar das alegrias e tristezas íntimas dos indivíduos ali retratados, então Dickens foi um grande novelista.

Em sua obra a ronda comum da existência é transformada em algo rico e estranho, ora sombrio ora iluminado pela compaixão e bondade. O que nos delicia em Dickens não é a história que ele nos conta, mas o mundo que ele nos mostra, um mundo realizado dentro dos estreitos limites da denúncia social e do otimismo e moralismo vitoriano.
Observador das novas configurações de uma sociedade eminentemente urbana e industrial, Dickens esteve entre os primeiros a detectar os males da sociedade moderna. Tornou-se mestre em compor enredos tão bem-escritos, tão repletos de personagens vivos e significativos dentro da realidade vitoriana, que foi um dos grandes escritores a nos apresentar uma variedade de personagens “tipo”, até então pouco explorados na literatura folhetinesca, o que também lhe garantiu um papel fundamental na fixação do hábito de leitura que se instaurava nesse momento.
O que nos permite dizer que a construção de suas personagens vai muito além do trabalho criativo de um artista dedicado, é um ato de amor.
E é essa dedicação que encontramos em cada capítulo de Grandes Esperanças, um romance que retrata fielmente a dura realidade da Inglaterra vitoriana, do ponto de vista dos pobres. Numa época em que os trabalhadores viviam à beira da miséria e sob constante ameaça de prisão por dívidas pendentes, as diferenças entre a classe média e os pobres perfaziam um verdadeiro abismo.
Um livro no qual Dickens por meio de Pip, um menino órfão que mora com sua irmã Mrs Joe Gargery e Joe, o ferreiro de um pequeno vilarejo, nos apresenta a ambivalência do tradicional combate do bem contra o mal. Pip não é apenas um jovem de bom caráter que se vê jogado na adversidade para se dar bem. É uma complicada mistura de bem e mal. A Bondade eventualmente triunfa, à medida que Pip desvincula a riqueza material da espiritual: ele toma consciência de seu poder para moldar seu próprio destino e se dá conta de que a virtude não está na aparência das coisas, mas no seu mérito interior

“Era uma manhã fria muito úmida. De madrugada caíra geada. Eu notara que a parte externa da pequena janela do meu quarto estava inteiramente molhada e gotejante, como se um duende tivesse chorado ali a noite toda (...) “



Um livro que nos prende do início ao fim, Grandes Esperanças não pode deixar de fazer parte da estante de nenhum leitor; uma estória intrigante e ao mesmo tempo fascinante, que o transportará a uma grande e inesquecível viagem pela Londres do século XIX.
“As peculiaridades do sentimento, as extravagâncias do gesto e da atitude, as doidas e deliciosas aspirações da alma são dadas a conhecer por forma inolvidável nos romances desse homem prodigioso e cheio de surpresas.
A riqueza da sua fantasia contraditória recebe uma rara unidade dessa energia ardente que é a alma do seu gênio indisciplinado. Dickens permanece nas letras inglesas uma identidade à parte, um homem a quem a simpatia conduziu por galerias escuras e por campos iluminados, um artífice da dor e um cinzelador da alegria.” (Nota)




Postado por: Wacinom
Hora: do desafio
Data real: 31/01/2010

21 janeiro 2010

Ensaio sobre a cegueira


Quando a vida lhe parecer braille,
Cheire
Escute
Deguste
Mensure
Misture
e sinta o que está do lado de dentro.

Postado por: Wacinom
Hora: da cegueira
Data real: 29/12/2008

17 janeiro 2010

Nau

É da natureza humana amar o que não temos.


Postado por: tripulante
Hora: naufrágio
Data estelar: 42286.3

08 janeiro 2010

Presente desafio


Gostaria de agradecer a todos os amigos que comentaram o post Desafio e lá deixaram suas sugestões de leitura.
Muitas delas foram de muito valor não só para formar minha lista-desafio, mas para formar a listinha que faço no início do ano com tudo que gostaria de ler.

Tudo bem, uns querem emagracer, voltar à acadêmia, comer menos, praticar mais esporte, ir mais ao parque, comprar aquele presentinho, ser mais generoso, menos pessimista etc.

Eu só quero poder ler mais, ir mais ao cinema, estar com pessoas que fazem sentir bem, acordar cedo, dormir tarde, andar mais, perceber mais o que há a minha volta, ouvir música, tomar café da manhã, comer bolinho de chuva, ...


São tantas as coisas, tantos os lugares, tantos quereres.
E para iniciar de uma maneira diferente, Sabrina Mieko receberá um presentinho do Em Construção.
Desejo a todos um 2010 repleto de leitura.





Postado por: Wacinom
Hora: do sorteio
Data real: 08/01/2010

01 janeiro 2010

Desafio - A lista


A todos que me ajudaram nesse desafio um  2010 com muitas leituras.

Janeiro - Romance de banca
Escolhido: Grandes esperanças - Charles Dickens
Reserva : O príncipe e o mendigo - Conto - Mark Twain

Fevereiro - Que remeta a um conto de fadas
Escolhido : Crônicas de Nárnia - C.S. Lewis
Reserva: ALice no país das maravilhas - Lewis Carroll

Março - Um clássico da Literatura universal
Escolhido: O retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde
Reserva: Drácula - Bram Stoker

Abril - Um livro de escritor(a)Latino-Americano
Escolhido: Amor nos tempos do cólera - Gabriel Garcia Marquez
Reserva: Os espiões - Luís Fernando Veríssimo

Maio - Chick-lit
Escolhido: Melância - Marian Keys
Reserva: O diário de Bridget Jones - Helen Fielding

Junho - Um livro de uma escritora brasileira
Escolhido: Os melhores Contos - Lygia Fagundes Telles
Reserva : A paixão segundo GH - Clarisse Lispector

Julho - Um livro adaptado para o cinema
Escolhido: As brumas de Avalon - 4 volumes - Marion Zimmer Bradley
Reserva: As horas - Michael Cunnighan

Agosto -Um romance policial
Escolhido: O Céu de origamis - Luiz Alfredo Garcia-roza
Reserva: Coleção Milleniun - 3 volumes - Stieg Larsson

Setembro - Um romance histórico
Escolhido: Razão e Sensibilidade - Jane Austen
Reserva: Crime e Castigo - Fiódor Dostoievski

Outubro - Um livro que contenha uma lição de vida
Escolhido: A menina que roubava livros - Markus Zusak
Reserva: Adeus China - O último bailarino da china - Li Cunxin

Novembro - Um livro de escritor(a) de Portugal
Escolhido: Correspondência com Fernando Pessoa - Mario De Sá-Carneiro
Reserva: Cain - Saramago

Dezembro - Um livro que tenha a palavra “Coração” no título
Escolhido: Perto do Coração Selvagem - Clarisse Lispector
Reserva: Coração de Tinta - Cornélia Funke


Postado por: Wacinom
Hora: agora mesmo
Data real 01/01/2010

31 dezembro 2009

E que natal!?

Brinquedo de Papel

Desenhar nunca foi meu forte mesmo, mas é assim que me sinto – pensativa, pois gostaria de escrever algo legal sobre o natal, mas...

O natal passou, o dia 1º de janeiro está aí e eu não consigo encontrar nada para falar, embora não se fale de outra coisa, tudo é natal.

Já sei, posso falar das luzes da avenida Paulista, das árvores de material reciclado espalhadas por toda cidade.

Ah! posso falar também das inúmeras mensagens que recebi por e-mail de pessoas que nunca ouvi falar. Sem esquecer, de comentar sobre os presentes que não comprei, do vinho que não bebi, das pessoas que não vi, mas gostaria de ter visto, da ceia, do calor, das chuvas, ufa!
Mas quem é aquele cara vestido de vermelho nesse calor infernal? Não é quem vocês estão pensando, me refiro ao Papai Noel.
Até as crianças já sabem que ele não existe, mas eles insistem mesmo assim.
E Olha que estou pegando leve isso, porque Charles Dickens conseguiu uma proeza (o cara era bom mesmo), fazer com que eu me simpatizasse um pouco mais com o natal, mas só um pouco.
Pois além de conseguir ir a um lugar muito gelado e sem chuvas, conheci os espíritos dos natais passados – é sempre bom conhecer gente nova. Se puder ler “O Conto de Natal”, talvez consiga entender o que tento dizer.
Mas, enquanto uns se ocupam com a decoração de suas casas, outros procuram suas submersas casas.
Enquanto uns se ocupam com suas suntuosas ceias, outros pedem a essa lendária figura uma cesta básica.


“Já faz tempo que eu pedi,
Mas o meu PaPai Noel não vem...
Eu pensei que todo mundo
Fosse filho de Papai Noel...”

Essa é a tal noite Feliz?

Postado: Depois do Natal.
Hora: Não sei, já passou.
Data real: 29/12/2007

30 dezembro 2009

A um ausente

Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.


Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?


Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.


Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.

Carlos Drumonnd de Andrade

Postado por: alguém saudoso
Hora: da saudade
Data real: 30/12/2009

18 dezembro 2009

Desafio





Como desisti do desafio anterior - 50 livros por ano - , gostaria de encarar este, só que minha imaginação e meu tempo andam de férias, não consigo pensar em nada.
Diante dessa confissão, gostaria de receber indicações de leituras, claro dentro das especificações que seguem, e convidar que  estiver a fim para participar.
O desafio foi lancado pela Vivi do blog " Romance Gracinha", passa lá e dê uma olhadinha nas regras.

Olha só ...

Agenda do Desafio 2010 By RG

Janeiro – Para facilitar a vida de todas, leituras rápidas para o primeiro mês do ano. O desafio é ler um Romance de Banca ao estilo da Nova Cultural, Harlequin, entre outros livros vendidos em bancas. Vale qualquer segmento, Clássico Históricos, Momentos Íntimos, Júlia, Sabrina, etc… Tenho certeza que você tem um livro na pilha esperando para ser lido. Portanto não há desculpas.

Fevereiro – Um livro que nos remeta aos contos de fada. È baba! Nem tudo é inovação. Há muitas histórias baseadas nos contos de fadas. Patinho Feio, A bela e a fera, Cinderela…

Março – Um clássico da Literatura universal. Só vale aquele que você nunca leu na vida. Sabe aquela coleção em destaque na estante que está lá só para fazer bonito? È lá que você vai pescar esse.

Abril – Um livro de escritor(a)Latino-Americano. Leitura inédita só para lembrar!

Maio – Para aliviar, vai aí um Chick-lit. O mar está para peixe no que diz respeito ao gênero.

Junho – Um livro de uma escritora brasileira.

Julho – Um livro adaptado para o cinema. O que mais há ultimamente!

Agosto – Um romance policial. Vale os autores mais clássicos ou autores do romance “romântico” policial.

Setembro – Um romance histórico. Cá entre nós, esse gênero é o queridinho de muitas!

Outubro – Um livro que contenha uma lição de vida. Pode ser ficção ou não-ficção. Viu como facilitei?

Novembro – Um livro de escritor(a) de Portugal. Com a aproximação ortográfica porque não uma aproximação literária?

Dezembro – Um livro (ficção ou não ficção) que tenha a palavra “Coração” no título.


Postado por: Wacinom
Hora: xi, não sei
Data real: 18/12/2009

02 dezembro 2009

Poesia muda

Quisera ser poeta,
Encontrar a palavra certa
A imagem perfeita
Para o silêncio seu.

Me conta,
O que aconteceu.
O sonho,
A lembrança,
O desejo.
O que se perdeu?

Quisera ser poeta
Para em versos
Transformar o silêncio seu
E trazer seus sonhos
Para perto dos meus.

Me conta,
O que aconteceu.

Quisera ser poeta
Prisioneiro seu
Fazer seu silêncio
Companheiro meu.
Quem dera.

Me conta,
O que aconteceu.
As palavras se perderam
Em negativos,
As lembranças
Em fotografias
Ou apenas na rotina,
No dia-a-dia?

Me conta,
O que aconteceu.

Quisera ser poeta,
Devolver os sonhos seus
Nesses versos meus.

Me conta,
O que aconteceu?

Silêncio!

Postado por:Wacinom
Hora: silenciosa
Data real: dia surdo

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