Poemas, crônicas e mais... Sentimentalidades impossíveis de classificar, lamúrias, choros e rezas, músicas e livros, flores e frutas, fatos e fotos e principalmente chás e cafés. Simplesmente escrevo, não sou um talento, muito menos brilhante, não faço nada para agradar, faço para agradar-me, afinal, sou um ser em construção.Tudo aqui é ilusão.Tudo aqui é ficção. “Acho que eu fico mesmo diferente quando falo tudo o que penso realmente”
22 setembro 2008
Momento desabafo
No meu caso está é emburrecendo.
Nunca uma frase fez tanto sentido.
"Só sei, que nada sei"
Pois é, e se continua a trabalhar nesse lugar nem isso
saberei.
Quanto vale a vida?
Postado: Não sei
Data real: O que é realmente real?
08 agosto 2008
A Piada
“ No curso de medicina , o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro respondeu o aluno.
- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem de tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala – ordena o professor a sua auxiliar.
- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno a auxiliar do mestre.
O Professor ficou irado e expulsou o aluno da sala.
O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly
(1895-1971), mais conhecido como Barão de Itararé.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins “NÓS TEMOS” . NÓS TEMOS quatro: dois meus e dois teus.
Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim!
Viram só?
Conhecimento é bom, mas compreensão sempre ajuda.
Postado: Para compreender o post compreensão
Hora: Comprometedora
Data real: 17/11/2007
07 agosto 2008
Compreensão
Toda essa volta para dizer que, de todas as mensagens lidas uma me chamou atenção, a que recebi de um grupo chamado Pink o cérebro, a qual não posso deixar de comentar, pois a li várias vezes tentando achar a graça daquele texto, pois se tratava de uma piada.
É, não consegui achar nada engraçado, e sim, interessante.
Será uma questão de compreensão?
Sei que é repetitivo, mas lia e (re) lia, e depois de muito me esforçar conseguir soltar um tímido sorriso.
Tenho que concordar, a vida exige mais compreensão do que conhecimento.
Já pensou nisso?
Postado: De noite
Hora: Já muito tarde.
Data real: 17/11/2007
15 julho 2008
A última Tira
Oops... não pare de ler agora ok! Há também as tirinhas lançadas a pouco pela LP&M em pequenos livrinhos – são os pockets books – o bom é que dá para levar a qualquer lugar.

A tira de Calvin & Haroldo é triste, mas essa é muito mais, não por questão de preferência, mas por saber que Schulz foi obrigado a parar, pois sofria da síndrome de Parkinson, que se caracteriza por uma desordem progressiva do movimento, o que dava às tiras um traço diferente e que provavelmente não o permitiu continuar.
Charles Monroe Schulz faleceu em 12 de fevereiro de 2007.
Postado: No mesmo dia em que fui “grande”
Hora: Só não na mesma hora.
Data real:17/11/2007
Ainda HQ

Realmente uma tira triste e trocadilhos à parte uma das mais representativas de uma realidade que mesmo que lutemos contra, nos traz a real, nos tiram as asas e nos fincam os pés no conformismo social.
“It’s a magical world, al buddy...
Let’s go exploring.”
Postado: num dia real, do mundo real.
Hora: numa hora Mágica
Data real: 17/11/2007
14 julho 2008
Réplica
Protesto: falo muito no Bressane pelo talento que a ele atribuo...
Postado: Quase imediatamente
Hora : Agora
Data Real : Real mesmo!
02 julho 2008
HQ
É... não sei , mas estava com o nome de Ronaldo Bressane em mente – A Soraneide* fala muito nele por conta de seu marido, pretenso poeta ou reclamão de todas as horas – não me lembro bem.

Acho que naquele momento e por alguns instantes pude me sentir gente "grande" novamente.

01 julho 2008
Senhas
Do que valem as cores de Almodóvar?
E as de Frida Khalo?
As dores são iguais.
Sucumbimos a maquinanalidade, a velocidade, aos transgênicos, ao efeito estufa e a globalização a todo custo.
Do que vale a inclusão social? (inclusão está em alta ultimamente)
Inclusão de quem mesmo?
Postado: Um dia desses.
16 junho 2008
Depois do Back
"Uma pirueta
Duas piruetas.
A vida é mesmo um espetáculo , em que as cortinas nunca se fecham e por mais que a dor persista, o riso permanece.
Vida, espetáculo sem fim.
Dedicatória ao amigo, o qual jamais esquecerei o sorriso.
Postado: 07/11/2007
Nem Um Dia
Hoje começo de uma forma diferente...
Mudaram as estações, e algo mudou, hoje pensei em você e sei, algo aconteceu.
É... o para sempre, sempre acaba
E mesmo com tantos motivos para deixar tudo como estava você meu amigo não conseguiu e levou tudo às últimas conseqüências com grande eloqüência de uma maneira que só os loucos de verdade tem coragem de fazer.
Hoje me fez entender, nem tudo é para sempre e que o para sempre, sempre acaba.
Hoje fiquei sabendo que André colega de faculdade se foi.
André me perdoe, não consigo mais ...
Postado: 07 de novembro 2007
Hora: 19hs00
Local : Center Ban campus Marte da Universidade Bandeirante de São Paulo.
18 maio 2008
Será?
"Para quem ama, não será a ausência a mais certa, a mais eficaz,a mais intensa,a mais indestrutível,a mais fiel das presenças?"
Marcel ProustPostado por: Já não sei
Hora: Em que não tinha palavras
Data real: 18/05/2008
Pedaço de mim
AUSÊNCIA
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
Carlos Drummond de Andrade
Postado por: Alguém ausênte de si
Hora: Que importa?
Data real: Hoje mesmo. Será? Não sei.Não estou
Eu Que Não Amo Você
AS SEM-RAZÕES DO AMOR
Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Carlos Drummond de Andrade
Postado Por: Eu, sem Amar
Data real: 18/05/2008
16 março 2008
A Lírica de Schulz
Viram? Estou dando voltas até que pense como narrar aquela manhã de sábado – acho que ainda feriado prolongado , o tal finados*.
Acordei ... e como estava sem conexão, fui até a sala para usar o computador, quando vejo na tv (canal aberto não tenho tv a cabo) o desenho do Snoopy ou se preferirem a turma do Charlie Brown, achando que se tratava de um desenho curto sento no braço do sofá para dar uma espiadinha e quando reparei já estava confortavelmente deitada – isso é uma raridade.

“ É... Hum... Meu pai tinha uma carro 1964 e dava carona para uma moça, quando chegava ele saía do carro dava a volta e abria a porta, dava a volta por trás e quando chegava ao outro lado ela esticava seu braço, fechava a porta e ficava fazendo careta para ele que ficava parado rindo do lado de fora (...). Eu acho que isso é amor!
Todas aquelas palavras me tocaram – ainda bem que cresci. O que Schulz realmente quisera dizer com tudo aquele lirismo?
Será que amor é como uma carona? Você tem por um tempo, mas depois um dos dois se muda e “puft”, já era a carona?
Não. Acho que é mais do que isso. Amor é uma carona para qualquer lugar, desde que esteja preparado para as caretas do trajeto ou das caretas fazer sempre um motivo para sorrir.
Tudo isso é possível. O primeiro passo é aceitar a carona!
Há outra frase de Charlie que me chamou a atenção: “ Porque não podemos reunir todas as pessoas que gostamos no mundo para ficar todos juntos? Alguém sempre diz adeus!”
É aquilo que falava sobre a carona.
“ Sabe o que eu preciso?
Dizer mais olá”
Postado: Por esses dias
Hora: Por essas horas
Data real: 04/11/2007
09 março 2008
Vou-me embora para Balada
Lá sou amigo do DJ
Lá tenho a mulher que quero
Na mesa que escolherei
Vou-me embora pra Balada
Vou-me embora pra Balada
Aqui não tem VIPs
Lá a resistência é uma ventura
De tal modo inconseqüênte
Que Fabiana a louca que dança
E Carlinha alta e irreverente
Vêem a ser atraente
Quando a hora é livre
E como beberei Antártica
Mostrarei minhas facetas
Horas parecerei burro-bravo
Horas subirei no pau sem sebo
E darei banhos ao vomitar
E quando estiver cansado
Deito no meio fio
Mando chamar meu primo
Pra minha conta pagar
Vou-me embora pra Balada
Na Balada tem tudo
É outra curtição
Tem vodka com gelo puro
Que te deixa sem noção
Tem cigarro aromático
Tem debilóide a vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente azarar
E quando estiver mais bêbado
Mas bêbado de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de chorar lembrarei
Sou amigo do DJ
Terei a mulher que quero
Pra fazer o que não conseguirei
Vou-me embora pra Balada.
Postado: no mesmo dia ... mas... ah! Sei lá
Hora: Em que todos foram embora
Data real:01/11/2007